VENDO LINDOS FILHOTES DE LABRADOR

Olá amigos e demais interessados,

Tenho a disposição filhotes de Labrador com pedigree.  Filhotes machos e fêmeas pretos e machos amarelos.

Entre em contato: (61) 9280.8088

Aceito reservas.

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Mister M

Quem não se lembra do grande ilusionista Mister M? Conhecido em nossas telas de TV como aquele que entregava os segredos e truques das grandes mágicas e ilusões. Era odiado por seus colegas!! Recordo-me que esse sujeito chegou em meados de 1999, quando eu ainda era seminarista no MTC Latino Americano. Como tínhamos ministério nas igrejas aos finais-de-semana, eu torcia para vir nas primeiras viagens que a kombi fazia para poder vê-lo. Um amigo meu morria de rir ao ver meu interesse pelo mágico. Para mim, era interessante ver como ele desvendava os mistérios das mágicas; impressionante como uma mágica grandiosa escondia um segredo tão simples. Tais mágicas eram então narradas pelo saudoso Cid Moreira; frases como “Como fez isso paladino mascarado”, “Conte-nos o segredo Mister M” engradeciam o espetáculo.

Trazendo esse assunto a pauta que me interessa neste post, penso que existem muitos crentes (incluindo pastores) como esse “paladino mascarado”. Isso mesmo, pastores cuja função é a mesma do Mister M: desvendar segredos alheios.

O caso piora no caso dos pastores pois estes, na maioria dos casos, ouvem os segredos dos outros de forma espontânea, seja num aconselhamento, numa visita ou até mesmo numa conversa após o culto. Existem aqueles que levam os segredos dos outros ao audível popular, ao púlpito; mudam ou omitem apenas o nome, mas que torna fácil de descobrir para aqueles que também sabem do segredo. O Mister M também tinha mais uma particularidade, a de não mostrar o rosto. Em outras palavras, ele não mostrava quem realmente era. Como disse, há pastores que contam os segredos dos outros, mas esconde os seus e não mostram seus rostos. Pastor Mister M, até quando apontarás os erros dos outros, enquanto escondem os seus? Até quando terás seu rosto - sua verdadeira identidade - oculto às pessoas, enquanto estas apenas contemplam suas mágicas e sua máscara?

Mister M era mágico, mas jogava contra a classe que pertencia; o mesmo acontece com o pastor Mister M!

Pobres mágicos, tiveram muito de seus segredos desvendados pelo Mister M. Mas pobre Mister M, não podia nem mesmo mostrar o rosto. No caso do pastor Mister M, mesmo que não mostre seu rosto, sua máscara cairá dia. Quem sabe pare de contar os segredos dos outros.

A Deus Glória!!!

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O Todo Poderoso

Quem me conhece sabe o quanto gosto de filmes. Tenho principal interesse em comédias, policial e ação. De vez em quando chego a assistir 3 filmes de uma só vez. Confesso que, em alguns casos, saio sem entender muito o que realmente aquele filme quis mostrar. Depois a ficha cai!

Um desses filmes que assiti foi O Todo Poderoso (Bruce Almighty). O filme conta a história de Bruce Nolan (Jim Carrey), um jornalista que tem um bom emprego na TV e uma bela namorada, Grace (Jennifer Aniston). Num acesso de fúria ele começa a xingar e questionar Deus e seu modo de fazer tudo funcionar, o que faz com que ele próprio (Morgan Freeman) resolva descer à Terra como um homem comum e lhe entregar o poder de comandar o planeta da forma como desejar durante um dia. É quando Bruce percebe o quão difícil é ser Deus e tomar conta de tudo o que ocorre no planeta. O filme é de 2003.

Talvez alguém pergunte, por estou falando desse filme agora, mais de 7 anos depois. Por duas razões: primeiro que eu não tinha nenhum blog para escrever sobre o filme, na época de seu lançamento. Segundo, que o assisti esses dias na TV e fiquei pensando na mensagem que esse filme ensina. Continue lendo

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Pobre Tomé

Essa semana fiquei maravilhado com uma simples descoberta que fiz ao ouvir uma pregação na IPCG, feita pelo querido amigo Alain Paul; francês, inteligente, bom de prosa. Pois bem, minha descoberta não foi sobre o pregador, mas uma observação feita por ele no texto que usou como fundamente a sua pregação – Mc. 16.14-18. Mas, minha descoberta está no verso 14: “Finalmente, aparaceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e durezade coração, porque não deram crédito aos que tinham visto já ressuscitado”. Daí veio minha descoberta: não só Tomé duvidou da ressurreição de Jesus, mas os onze (já que Judas O havia traído). Estavam todos lá, quietinhos, boca miúda, sem expressarem o que estavam achando de verdade, ou seja, que Seu mestre não havia levantado dentre os mortos. Pobre Tomé, por que abriu sua boca? Por que não ficou na sua, como fizeram os outros? Pobre Tomé, ficou marcado como aquele que duvidou! Tornou-se até dito popular: “Só acredito vendo”! Mas quão reveladora é a Palavra de Deus quando mostra que Jesus “censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração”. Conheço muita gente que age como os discípulos, à exceção de Tomé. Gente caladinha, na miúda, com carinha de anjo, que aparentemente aceitam tudo numa boa. Sempre agem de boa-fé e com as melhores intenções! Gente que reluta em falar o que pensa em público. Aquele colega de trabalho que ouve sua crítica sobre a empresa, mas que naquela reunião fica calado. Ainda tem o pior, que usa sua opinião pra se safar! É aquele irmãozinho, que vem na sua casa, reclama que tudo na igreja. Quando nos reunimos para resolver os problemas, ele diz que gosta da igreja e que tá tudo bem!

No meu caso, na maioria das vezes, sou Tomé, falo! Mas tenho aprendido que isso custa caro… Infelizmente, a atitude de Tomé não foi das melhores, mas a dos discípulos não passou de largo pelo Senhor.

Que Deus nos ajude a conter-nos os lábios, mas que nos sonde e nos censure quando achar no coração aquilo que não encontra nas palavras.

A Deus toda Glória

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O Apagador de Histórias

Conta-se o causo de um homem que vivia numa vila distante do mundo. O homem era contador de histórias, mas só contava histórias acerca dele mesmo. Era “bão” nisso! O povo da vila, cansado de saber todos os seus causos, proezas e feitos, resolveu ignorá-lo. Pra sorte daquela gente, o dito-cujo saiu da vila vila e ganhou o mundo… Não demorou muito e lá se foi o contador de histórias. Ia de cidade em cidade, e a cada parada contava suas histórias, quem era, o que fez e tudo mais que podia fazer! Como era “bão” esse contador de histórias… Mas o povo começou a perceber que a medida que ele contava as histórias dele, as dos outros eram motivo de crítica desse grande contador. E essas críticas aumentavam em cada lugar que ele passava. O que eram boas eram suas histórias, as dos outros sempre eram motivos de sua críticas. Então começou a ser conhecido como o Apagador de Histórias; mas ele apagava as histórias dos outros e não as dele. Se valia das coisas que fez, mas desconsiderava o que os outros tinham feito! O Apagador de Histórias crítica a história dos outros para que as suas sejam apreciadas pelos seus ouvintes. Pobre Apagador de Histórias, mal sabe ele que suas histórias serão levadas pelo tempo e pelo esquecimento. Mesmo achando que a história dos outros não tem nenhum valor, esquece que as deles são escritas juntamente com elas…

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Efésios 1.3-4

Vimos, na última pregação, o autor, o tema e a data da carta aos efésios, além de um pouco do contexto histórico da cidade de Éfeso.

Temos aqui em Efésios 1-3-14, Paulo exultante, louvando a Deus por tão grandes bençãos que Ele tem derramado sobre seu povo. Por isso ele começa:

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”.

Paulo estava grato a Deus e deseja incitar o coração dos efésios à gratidão, deixá-los inflamados, e assim, enchê-los, até transbordarem, com essa idéia. Calvino, em seu comentário de Efésios, encontra quatro significados para BENDITO: Continue lendo

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Efésios 1.1-2

O autor da carta é o Apóstolo Paulo (1.1), que está preso em uma prisão domiciliar em Roma (3.1; 6.20). Paulo esteve em Éfeso no final da sua segunda viagem missionária, deixando ali Áquila e Priscila (At. 18.18-24). Paulo volta a Éfeso na sua terceira viagem missionária (At. 19.-19)

Éfesp foi uma das grandes cidades dos jônicos na Ásia Menor. Era o centro comercial, religioso e político da Ásia Ocidental. Com o surgimento do cristianismo, Éfeso foi uma das primeiras cidades alcançadas pela pregação dos apóstolos. A igreja que havia em Éfeso no fim do primeiro século de nossa era foi uma das sete igrejas mencionadas no Apocalipse (Ap. 2.1), ao lado de Esmirna, Pérgamo, Sardes, Tiatira, Filadélfia e Laodicéia. Éfeso era conhecida com uma cidade de bruxaria, astrologia. Havia uma divinização da deusa da fertilidade, Ártemis. Ainda existia um monumento que era uma das sete maravilhas do mundo: o templo da deusa Diana.

A carta foi provavelmente escrita em 60-62 d.C.

A carta é rica de assuntos; porém os assuntos direcionam-se a um principal: A IGREJA DE JESUS CRISTO. Continue lendo

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Pregações sobre a Epístola de Efésios

Na Igreja Presbiteriana no Lago Azul, estou ministrando uma série de pregações sobre a epístola de Efésios. A medida que prego lá, colocarei disponível no site. Espero que sejam abençoados!

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Lições do Getsêmani (Mt. 26-36-45)

Após a celebração da ceia, Jesus leva Seus discípulos a um jardim chamado Getsêmani. O jardim do Getsêmani estava situado no sopé do Monte das Oliveiras, em Jerusalém. (Lc. 22.39). Segundo o Evangelho de João, o Getsêmani era conhecido pelos discípulos (Jo. 18.2), pois Jesus esteve com eles várias vezes naquele lugar! Getsêmani significa “prensa de azeite”.
Nome apropriado para este momento, pois Jesus sabe o que é ser “prensado”.

Mateus 26 relata que Jesus:
“Começou a entristecer-se e angustiar-se” (v. 37).
“A minha alma está profundamente triste até a morte” (v.38)
Jesus solicitou companhia aos seus discípulos (v.38)

Alguns detalhes dos textos paralelos a este relatam que:

Jesus estava tomado de pavor e angústia (Mc. 14.33)
Jesus estava em agonia (Lc. 22.44)
O suor de Jesus tornou-se como sangue, tamanha era sua agonia (Lc. 22.44).
Alguns médicos chamam isso de hemohidrosis ou hematidrosis. Tal fato pode ocorrer em pacientes que experimentaram extremo stress ou choque nos seus sistemas. Comentaristas afirmam que Jesus, de fato, não suou sangue; mas a palavra como não descarta a idéia de que Jesus literalmente suou sangue.

Diante da passagem, aprendemos algumas lições: Continue lendo

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Israel e a Igreja de Cristo

“Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.” (Êx. 19.4-6)

“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.” (1 Pe 2.9-10)

O primeiro texto fala do Israel do Velho Testamento, o Segundo da Igreja no Novo Testamento. Deus busca em Israel uma relação de amor, graça, comunhão, obediência e proclamação. Essa relação de Deus com Israel pode ser resumida em 2 pontos centrais:

  1. Deus escolhe Israel como seu povo santo, separado, exclusivo.
  2. Deus escolhe Israel para que os mesmo seja portador das verdades de Deus – isso tem a ver com missão. Continue lendo

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